Psiquiatra Infantil no Rio de Janeiro — TDAH, TEA, TOD e ansiedade pediátrica
Psiquiatria infantil com formação real
Dr. David Sosa Dias é psiquiatra (CRM-RJ 52.86494-3 · RQE 19051) com formação consolidada em psiquiatria infantil: 6 anos no Ambulatório de Psiquiatria Infantil do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), UFRGS — referência nacional em neurodesenvolvimento — e 3 anos de pesquisa em TDAH infantil na UFRGS. Soma-se à formação em Terapia Sistêmica Familiar, base científica que poucos psiquiatras adultos possuem. Atendimento de crianças e adolescentes de 2 a 17 anos, em Botafogo (Rua Real Grandeza 108) e por telemedicina conforme indicação clínica.
Condições atendidas em crianças e adolescentes
- TDAH infantil — avaliação a partir dos 6 anos com SNAP-IV (pais e professores), ADHD-RS-V, Vanderbilt e exclusão de comorbidades.
- TEA — Transtorno do Espectro Autista — avaliação desde 2 anos (sinais precoces) com M-CHAT-R, CARS-2 e critérios DSM-5-TR por nível de suporte.
- TOD — Transtorno Opositor Desafiador — diagnóstico a partir dos 3 anos, manejo combinado (parental, escolar, farmacoterapia quando indicada).
- Ansiedade infantil — generalizada, fobias, ansiedade social, avaliada com SCARED e MASC-2.
- Depressão pediátrica — manifestação infantil específica (irritabilidade, queda escolar), com CDI-2, PHQ-A e avaliação de risco autolítico em maiores de 10 anos.
- Transtorno de Ansiedade de Separação — recusa escolar, somatização, retorno escolar estruturado em parceria com a escola.
Como funciona a avaliação infantil
A primeira consulta tem 1h30 e pode ser realizada em três formatos: só com os pais (para menores de 8 anos ou casos de recusa escolar), com a criança presente parte do tempo, ou com toda a família. A avaliação segue protocolo estruturado em quatro etapas:
- Anamnese inicial — desenvolvimental completa (gestação, marcos, escola), histórico familiar de transtornos, queixa contextualizada por idade, avaliação do ambiente escolar e da rotina familiar.
- Instrumentos e triangulação — escalas validadas por condição e faixa etária, com versões para pais e professores. SNAP-IV/Vanderbilt para TDAH e TOD; M-CHAT-R e CARS-2 para TEA; CDI-2 e PHQ-A para depressão pediátrica; SCARED para ansiedade infantil. A escola entra ativamente no processo.
- Hipótese diagnóstica — devolutiva estruturada aos pais com critérios DSM-5-TR aplicados, diagnóstico diferencial e comorbidades. Para adolescentes acima de 10 anos, devolutiva apropriada à idade.
- Plano terapêutico — orientação parental e familiar (terapia sistêmica), encaminhamento psicoterapêutico quando indicado, articulação com a escola (relatório, escalas, plano educacional), farmacoterapia pediátrica quando clinicamente indicada.
Por que escolher um psiquiatra com formação em pediatria
Diagnóstico de TDAH, TEA ou TOD em criança exige conhecimento específico de neurodesenvolvimento, manejo familiar e farmacoterapia pediátrica responsável — protocolo diferente do adulto, com doses por kg, monitoramento de crescimento e retorno frequente nas primeiras semanas. 95% dos psiquiatras adultos não fizeram residência em psiquiatria infantil, e isso aparece na qualidade do diagnóstico e do tratamento. Triangulação família-escola-criança, instrumentos validados por faixa etária e farmacoterapia pediátrica responsável são os três pilares de uma avaliação infantil estruturada.
Para pais e responsáveis
Não fechamos diagnóstico apressado — quando o quadro exige observação ou triangulação com a escola, marcamos retorno e devolutiva estruturada. Medicação não é a primeira nem a única ferramenta: quando indicada, é decidida em conjunto com os pais, com plano de monitoramento claro. A escola entra no plano — crianças passam metade do dia na escola, e sem alinhamento com o ambiente escolar o tratamento fica incompleto. Você (pai ou mãe) não fica de fora: terapia sistêmica familiar significa orientação aos pais como parte central, não como anexo do tratamento da criança.
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Atendimento particular em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, e telemedicina para todo o Brasil.
Perguntas Frequentes
A partir de qual idade o Dr. David Sosa atende crianças?
Atendimento a partir dos 2 anos para suspeita de TEA (sinais precoces), e a partir dos 3-6 anos para demais condições (TDAH, TOD, ansiedade, depressão pediátrica, ansiedade de separação). Atendimento até 17 anos, com transição estruturada para psiquiatria adulta após essa idade.
Como é a primeira consulta com psiquiatra infantil?
Dura 1h30. Pode ser feita só com os pais, com a criança presente parte do tempo, ou com toda a família. Inclui anamnese desenvolvimental, escala validada por faixa etária e orientação inicial aos pais.
O Dr. David Sosa receita medicação para crianças?
Sim, quando clinicamente indicado e após avaliação completa. A decisão envolve sempre os pais e considera abordagens não-farmacológicas em paralelo. Formação no ambulatório de psiquiatria infantil do HCPA-UFRGS e pesquisa em TDAH infantil — experiência sólida em farmacoterapia pediátrica responsável.
Vocês conversam com a escola?
Sim. Parte do tratamento envolve orientação à escola, escalas para professores e, quando autorizado pelos pais, conversa direta com a coordenação pedagógica.
Telemedicina para crianças funciona?
Para acompanhamento longitudinal, sim — após primeira avaliação presencial. Para primeira consulta, recomendamos presencial sempre que possível para crianças menores de 12 anos. Adolescentes podem fazer primeira consulta online conforme diretrizes do CFM.